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Opinião

De ‘Vidas Negras Importam’ a ideologia de gênero: apoio da classe artística é importante

Nos últimos anos, a população mundial tem passado por diversas discussões. Com amplitude midiática, artistas, cantores, atores, e integrantes da classe em geral, ajudam a incitar, com posicionamentos, questionamentos por parte das sociedades, é o caso de George Floyd, segurança negro morto por um policial branco em Minneapolis, nos EUA, na última segunda-feira, dia 25. Com comoção mundial e protestos em diversas partes do mundo, diversos nomes conhecidos do público resolveram se posicionar e ajudar a disseminar conhecimento, levando à reflexão.

Desde movimentos de equivalência, seja racial ou de gênero, o movimento artístico tem tomado para si grandes posicionamentos. Em 2018, após diversas acusações de crimes sexuais, Harvey Weinstein, um dos maiores produtores de Hollywood foi detido e condenado a 23 anos de prisão. A medida, que derrubou outros magnatas da indústria, levou à tona um dos maiores movimentos em prol da igualdade na maior estrutura de cinema do mundo. Com apoio de nomes como Oprah Winfrey, Emma Stone e Reese Witherspoon, o Time’s Up deu um basta à uma era.

Já artistas LGBTQIA+ são responsável por outro importante movimento. Desde Pabllo Vittar a Adam Lambert, famosos provam que toda forma de amor deve ser levada em consideração e, acima de tudo, respeitada. Artistas como Lena Dunham, Halsey, Will Smith, entre outros, já se posicionaram a favor da ideologia de gênero, questão onde as pessoas devem entender e respeitar as diferenças, com suas particularidades.

No Brasil, o posicionamento de nomes da indústria cultural levaram artistas a postos políticos. Recentemente, a atriz Regina Duarte, um dos maiores nomes da teledramartugia brasileira, teve uma passagem relâmpago pela Secretaria Especial de Cultura, alocada no Ministério do Turismo. Apontada como uma das responsáveis pelo apaziguamento entre a classe que representa (em teoria) e o Governo Federal, seu trabalho no cargo não rendeu boas respostas. Na verdade, foram dois meses de ócio, enquanto artistas definham sem trabalho em meio à pandemia.

Neste sentido, Anitta é uma visionária. Pouco antes de estampar as capas dos principais sites de notícia do Brasil por mais um capítulo de sua rixa com o jornalista Leo Dias, a cantora usou sua popularidade para disseminar informações. Ao lado de personalidades como a advogada Gabriela Prioli, conhecida por seu trabalho na CNN Brasil, a carioca ajudou os fãs a entenderem algumas questões ligadas à política brasileira, e foi responsável por um dos maiores embates cibernéticos dos últimos anos: sua “discussão” sobre emendas à Constituição com o deputado federal Felipe Carreras (PSB-PE), sobre uma medida que previa a distribuição de recursos oriundos de direitos autorais.

Em meio à pandemia, foram inúmeros os grandes nomes que fizeram doações de recursos financeiros para ajudar as mais diversas instituições de saúde a lidar com a questão do Covid-19, em meio à pandemia. Nomes como RuPaul Charles, Ricky Martin, Xuxa, entre outros, foram responsáveis por doações de quantias, enquanto o chef de cozinha e jurado do Masterchef Brasil André Fogaça e o ator Felipe Tito, fizeram ações de distribuição de comida para as populações de rua, em São Paulo. Em meio ao isolamento social, pessoas em vulnerabilidade social também sofreram muito.

Voltando ao que está mais em voga no momento, com embates e protestos em todo o planta, o movimento “Black Lives Matter” se porta como uma ação sem precedentes e de extrema importância para a busca de igualdade. No Brasil, mais da metade da população negra está em situação de vulnerabilidade social, segundo o IBGE.

Primeira atriz negra a ganhar um Emmy, maior premiação da TV norte-americana, Viola Davis, estrela do filme “Histórias Cruzadas“, compartilhou no Twitter uma petição pedindo justiça pelo menino brasileiro João Pedro, morto há um mês na comunidade do Salgueiro, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, com um tiro na cabeça. O executor? Um policial militar, reforçando o pensamento que motivou os protestos em todo o mundo.

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Daniel Outlander
Escrito por

Jornalista, publicitário e diretor de jornalismo do PopNow, trabalha na área há 6 anos. Amante de música Pop e uma boa leitura, já foi a tantos shows que nem consegue lembrar. Já cobriu eventos como Rock in Rio, Lollapalooza Brasil, conheceu o Papa e busca o sucesso do portal.

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