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PopEntrevista

Anitta abre o jogo sobre os segredos de ‘EQUILIBRIVM’ e manda recado sobre nova era: ‘Fiz o que me deu na telha!’

A imagem de uma popstar incansável, disposta a sacrificar noites de sono e a própria saúde para dominar os charts globais, parece ter ficado no passado — ou, ao menos, ter sido recalibrada com muito estilo. Nesta quinta-feira (16), Anitta entregou ao mundo o seu oitavo álbum de estúdio, intitulado “EQUILIBRIVM“. Com o numeral romano “IV” estilizado no título, marcando seu quarto disco focado no mercado internacional, a artista carioca subverte as expectativas da indústria. Se no aclamado Funk Generation (2024) a urgência era deixar um legado perante o medo da morte, em EQUILIBRIVM a ordem é celebrar a vida, a ancestralidade e, acima de tudo, a paz de espírito.

Direto de Miami, através de uma coletiva de imprensa virtual, Anitta abriu o coração para jornalistas brasileiros. Sorridente, serena e demonstrando uma maturidade ímpar, ela detalhou o processo de criação de um disco que articula referências entre o humano e o sagrado, a MPB e o funk, o terreiro e as paradas de sucesso globais. Com 15 faixas e colaborações que vão de Shakira a Liniker, de Marina Sena a Ponto de Equilíbrio, o projeto nasceu das cinzas de um burnout severo enfrentado em 2022 e floresceu no conforto de sua casa, no Rio de Janeiro.

“Ai, foi eu saber que eu não morri, e que eu tava viva e que agora eu queria fazer o que me desse na telha, com alegria e com propósito”, revelou a cantora logo no início da conversa, ao ser questionada sobre a diferença entre a concepção de seu álbum anterior e o atual. “Propósito de alma, propósito de mostrar a pessoa que eu tenho me tornado, com muito orgulho. Orgulho também do meu passado, eu tenho muito orgulho de tudo que eu fiz até aqui. Mas tô muito feliz com a pessoa que eu tenho me tornado hoje, então foi esse o propósito desse álbum, na verdade”.

O disco traz, de forma escancarada e orgulhosa, a espiritualidade de matriz africana, samples de clássicos da música brasileira e letras confessionais. Mas, para entender como Anitta chegou a essa sonoridade — que vem sendo apelidada nos bastidores de “macumbeats” —, é preciso voltar alguns passos e entender a exaustão que quase a paralisou.

O cansaço da indústria e o renascimento em casa

Após anos lutando para quebrar as barreiras do mercado fonográfico internacional, lidando com executivos, algoritmos e as cobranças irreais da internet, Anitta confessou que estava desiludida. O ego da indústria a havia esgotado.

“O processo desse álbum se deu da seguinte maneira: eu estava um pouco desacreditada de algumas situações que acontecem na indústria, no trabalho, na relação entre equipes, pessoas, o ego de pessoas, quando a gente coloca essa coisa da fama, da mídia, das pessoas comentando, das expectativas. Fica muito ego envolvido”, desabafou a cantora. “E embora eu tenha o meu ego inflado pra algumas coisas, pra outras coisas eu tenho o oposto, é completamente o oposto. Como eu acho que é até do meu Orixá isso, né? Coisas que eu sou o completamente oposto dentro de mim mesma. E eu tava bem desestimulada por certas questões que eu via na indústria e situações que eu ficava: ‘Ai gente, nossa, eu tô com preguiça de lidar com tudo isso. Eu quero só viajar, passear e que se dane tudo isso'”.

Foi então que um show no festival Global Citizen, em Belém do Pará, mudou a chave de sua percepção criativa. Cansada, ela decidiu delegar. Contratou a diretora criativa Nídia Aranha e deu-lhe carta branca. “Falei: ‘Nídia, arrasa, um beijão. Só me manda aí o vídeo do que eu tenho que fazer que eu vou passear’. E fiz isso. Só que foi tão bom fazer isso, que na hora do show eu tava numa alegria, eu tava só me divertindo, e ela entregou exatamente da forma como eu faria”, contou.

A experiência positiva fez com que Nídia provocasse a cantora a voltar ao estúdio. Inicialmente relutante, Anitta apresentou algumas faixas que já tinha guardadas, como “Choka Choka”, “Pinterest” e “Vai Dar Caô”. “Falei: ‘Ai, vou fazer um álbum, vou ter que lidar com tudo isso de novo, estresse pra lá, olha isso e olha aquilo, e o povo reclama e não foi culpa minha. Mas eu não posso dar esporro e eu não posso falar nada… Tô ótima. Eu acordo, fico passeando com o cachorro, olho pro céu, assisto o pôr do sol, fico: ai que lindo. Tá ótimo'”.

Mas a provocação deu certo. Lentamente, novas músicas como “Caminhador”, “Mandinga”, “Desgraça” e “Deus Existe” nasceram. A grande diferença? Todo o processo foi feito em sua casa, no Rio de Janeiro, no seu tempo. “Eu consegui encontrar finalmente esse equilíbrio, de tá ali na minha casa fazendo as músicas do álbum e curtindo, tava com meus cachorros, aí ia ali e gravava uma musiquinha, voltava. Encontrei uma nova forma de trabalhar, que foi com prazer e sem pressão”.

Uma Gira Musical: Exu, Pombagira e a estrutura do álbum

Quem dá o play em “EQUILIBRIVM” é imediatamente transportado para uma jornada sensorial que a própria diretora criativa, Nídia Aranha, definiu como uma “gira”, referindo-se aos rituais de religiões de matriz africana. Quando questionada se percebeu que o álbum havia deixado de ser apenas controle mercadológico para virar um ritual, Anitta sorriu com a analogia.

“Menino, pois eu nem tinha pensado dessa forma, de uma gira, mas é interessante que parece mesmo, né? Fica legal”, admitiu. “Na verdade, a gente começa o álbum saudando as Pombagiras, né? Porque tem uma coisa na religião do Candomblé: sempre que a gente vai fazer qualquer ritual, qualquer festa, a gente despacha Exu primeiro. A gente saúda Exu pra depois fazer qualquer outra coisa. Então eu quis começar o álbum fazendo esse despacho primeiro. Porém, eu faço com Exu Mulher, que é a Pombagira, né? A força do Exu é nada mais nada menos o Orixá que representa o ser humano. Como a nossa gramática coloca a gente numa sinuca de se referir ao ser humano como ‘o homem’, eu quis muito trazer essa referência da mulher”.

Essa saudação acontece logo na faixa de abertura, “Desgraça”, que ganhará um grandioso videoclipe na sexta-feira (17). A faixa é uma surpresa estética: começa como um chorinho dos anos 1940, com um filtro de rádio antigo, numa clara homenagem à lendária Carmen Miranda. Nos versos, a letra invoca: “Cruzou sete encruzilhadas / Só pra me encontrar / Me deu sete saias pra me impressionar”. Sobre isso, ela pontua: “A gente começa com a Pombagira lá em ‘Desgraça’ e termina em ‘Meia-Noite’ com a outra Pombagira. Tem todo esse poder e essa potência, mas sempre com respeito e de uma maneira pop”.

O álbum desce às profundezas da dor para depois ascender à iluminação. É uma curva dramática intencional. “Ele começa numa energia, aí ele vai baixando, começa na desgraça pra te mostrar todo o caminho até você chegar a essa iluminação. Desde você ir na sua pior dor, de você renascer, de você caminhar. Aí você se apaixona por você mesmo, aí você se apaixona por outras pessoas, aí você vai se conectando. E foi isso que eu quis fazer”, revelou a popstar.

No final da “gira” do álbum, Anitta insere a faixa “Ouro”, uma meditação guiada gravada de forma quase mística durante seu aniversário nas Ilhas Faroé. “Eu gravei essa meditação de ouro no meu aniversário. Foi a última coisa que eu fiz no álbum. Eu gravei assim, quase psicografei, fechei o olho e fui falando, no meu celular mesmo. Queria trazer essa reflexão meditativa para as pessoas. Por que a gente aponta tanto dedo pras pessoas que se espiritualizam?”, questionou a cantora. No final de “Ouro”, o duo Emanazul entoa um mantra da deusa budista Tara, provando que a fé de Anitta é plural e expansiva.

O peso do racismo religioso e a polarização da sociedade

Falar abertamente sobre Candomblé e Umbanda no Brasil é um ato político. Dados recentes levantados durante a coletiva apontam que quase metade dos terreiros no país registrou ataques nos últimos anos. Questionada se “EQUILIBRIVM” tem a intenção de enfrentar a intolerância e o racismo religioso, Anitta foi franca e realista.

“Não sei se consegue enfrentar o preconceito, porque eu acho que as pessoas que já têm essa coisa do preconceito, dessa raiva, desse ódio dentro delas… eu não sei se elas estão abertas pra respeitar o lugar do outro”, refletiu. “A minha intenção é trazer nesse álbum o que eu acredito, o que me faz sentir bem. E acho que, por consequência, pode ser que pessoas que já seguem a religião se sintam mais fortes no sentido de sentir um apoio público. Porque existia muito essa vergonha, pelos julgamentos das pessoas”.

Anitta destacou o perigo de criar arte apenas com o objetivo de gerar reações momentâneas na internet. “Tento não colocar mais essa pressão, porque senão a gente fica muito limitada na hora de criar, preocupada em ‘lacrar’, e aí não cria uma coisa incrível. Mas eu espero que sim, que ajude nesse movimento de combater o racismo religioso, que não faz o menor sentido na minha cabeça.”

Essa busca por afastar o ódio é o pilar central do conceito de “Equilíbrio” que batiza o disco. Anitta mergulhou na filosofia do Taoísmo e alertou sobre o perigo das bolhas de algoritmos nas redes sociais.

“O que o algoritmo tem feito com as pessoas é colocar todo mundo numa bolha de reafirmar o que já pensa, não mostrar uma ideia diferente. Como a briga e o extremismo geram muita visualização e número, as pessoas acabam presas em agradar esse extremismo e se fecham pra escutar o outro”, analisou. “Em toda a história, os momentos onde houve mais morte, mais guerra, mais fome, eram os momentos onde a sociedade estava nesse nível de extremismo. E por conta desse ódio que gera clique, as pessoas ridicularizam quem decide estar ali no meio termo, dizem: ‘Ah, você tá em cima do muro’.”

Posicionamento político: Do fim da escala 6×1 às minorias

O “estar no meio termo” de Anitta não significa, de forma alguma, isenção política. A cantora reiterou seu apoio incondicional aos direitos dos trabalhadores e às minorias.

“Eu sou uma pessoa que defende ideias. Ideias que vão unir as pessoas, que vão apoiar as pessoas que têm mais dificuldades, menos oportunidades, apoiar as minorias”, declarou firmemente. “Como nasci numa realidade bem pobre, tive muito pouca oportunidade, tive que ralar muito pra chegar lá. As pessoas às vezes falam: ‘Tá vendo, você ralou e chegou lá’. Pois é, mas é injusto, porque eu tive que ralar 50 vezes mais que uma pessoa que nasceu numa realidade mais privilegiada do que eu”.

A artista comemorou o fato de sua obra já estar dialogando com os debates trabalhistas no país. “Hoje o governo do Brasil postou no Instagram botando a capa do álbum e falando ‘Equilíbrio é você poder aproveitar a vida e trabalhar’. Eles usaram isso pra falar do fim da escala 6×1. E eu achei o máximo, escrevi lá: ‘Gente, assino embaixo com certeza, as pessoas têm que ter o direito de aproveitar mais a vida'”.

Um mar de parcerias e a reverência à ancestralidade brasileira

Quando a tracklist de “EQUILIBRIVM” foi revelada, o público se chocou com a quantidade de participações. Das 15 faixas, apenas três são solos. O restante é um desfile de talentos que mapeia a excelência da música contemporânea: Shakira, Liniker, Marina Sena, Luedji Luna, Ebony, Papatinho, Rincon Sapiência, King Saints, Melly, Os Garotin, Ponto de Equilíbrio e Emanazul.

“Gente, na verdade foi acontecendo, e depois quando eu fui ver a tracklist toda eu falei: ‘Gente, tem muita participação, quase todas as músicas têm participação, meu Deus!'”, riu Anitta. “Eu não tinha esse pensamento planejado de ‘vou chamar essa pessoa porque é respeitada’. Não. Eu adoro ouvir vozes diferentes, penso que a voz é um instrumento que dá um brilho nas músicas. Pensei: ‘Caraca, tem que tirar alguém’. Aí depois falei: ‘Ah, quer saber? Tá tudo tão bom, são pessoas tão maras, deixa todo mundo aí que tá ótimo'”.

A brasilidade pulsa em cada batida. A genialidade do uso de samples merece um capítulo à parte. Em “Mandinga”, parceria com Marina Sena, Anitta sampleou o intocável “Canto de Ossanha”, clássico absoluto de Vinicius de Moraes e Baden Powell. Em “Nanã”, a homenagem é à orixá mais velha. A faixa sampleia de forma emocionante o “Cordeiro de Nanã”, do lendário trio baiano Os Tincoãs. “A gente fala de Deus e pro mundo inteiro a gente tem um Deus pai. Mas e a mãe? Quem é a nossa mãe? Nanã é esse orixá que simboliza a criação do ser humano a partir do barro”, pontuou Anitta.

A faixa “Ternura”, escrita e com vocais de Melly, traz uma delicadeza aquática evocada por um instrumento chamado hang pan. A música é uma reverência a Oxum, orixá das águas doces e mãe de Logun Edé (o orixá de cabeça da cantora). Luedji Luna empresta sua poesia visceral em “Bemba”, celebrando a Bahia como território de resistência. Já o fenômeno R&B Os Garotin aparece em “Casos de Amor”, enquanto Liniker brilha em “Caminhador”.

No território do rap e do funk, Anitta mostra que não esqueceu de onde veio. Em “Vai Dar Caô”, com Ebony e Papatinho, ela sampleia o hino “A Pedido”, do DJ Mandrake, e interpola “Moments in Love”, do Art of Noise. E o grande plot twist? O rap rasgado que abre a música é da própria Anitta. “Todo mundo pergunta quem está fazendo esse rap. Sou eu, gente. Fui lá, botei o meu flow e saiu um rap”, gabou-se a estrela.

A apoteose latina: A amizade com Shakira e a luta do Kuarup

O grande trunfo internacional do disco é “Choka Choka”, um funk-samba irresistível que conta com ninguém menos que a superestrela colombiana Shakira, cantando em português. A união parou a internet, mas, segundo Anitta, foi fruto puramente de uma amizade sincera e orgânica.

“Na verdade a Shakira já era uma amiga e a gente mora bem pertinho aqui em Miami. Eu mostrei o álbum pra ela e ela escolheu essa música pra gente gravar junta. E acabamos gravando a distância, ela foi fazendo e me mandando”, contou a brasileira. “Fiquei muito feliz de ter ela no álbum. Ela me manda flores no meu aniversário, me mandou flores pro lançamento do álbum. Ela é uma amiga muito cuidadosa, muito querida mesmo”.

Para a estética visual de “Choka Choka”, Anitta quis trazer referências dos povos indígenas brasileiros, inspirando-se no Kuarup (um ritual de homenagem aos mortos ilustres que inclui uma tradicional luta corporal). A dedicação e o respeito foram compartilhados por Shakira, que fez questão de estudar o tema a fundo antes de gravar. “Ela não queria cantar sobre isso sem saber bastante. E ela já veio sabendo bastante, mas quis saber ainda mais”, relatou Anitta.

O álbum mais caro da carreira e as turnês que vêm por aí

Alcançar uma sonoridade orgânica, gravar visuais em Ibiza e Faroé, e montar acampamentos de composição no Rio de Janeiro teve um preço salgado. E, segundo a própria Anitta, foi a fatura mais alta de sua vida.

“Acho que as pessoas não têm noção do quanto se gasta pra fazer um álbum. A viagem dos compositores, cachê pra mixar e masterizar, visuais, pra gravar, a participação ir, avião, van… choveu, tem que trocar o dia, é mais custo”, listou a cantora. E sentenciou: “Esse sem dúvida é o álbum que eu mais gastei dinheiro em toda a minha vida, gente. Sem sacanagem. Mas eu acho que eu tava muito a fim, tava curtindo bastante. Os visuais em Ibiza, pra mim, foi ‘uau’, uma delícia. Quase umas férias, só que gravando”.

Todo esse investimento exige um formato de apresentação específico. Os fãs que esperam uma turnê massiva de arenas batendo cabelo ao som de “EQUILIBRIVM” precisarão recalcular a rota. “O foco vai ser show no Brasil sim. Mas vou fazer um pouco menor”, adiantou Anitta. “Pra você ir pra esse show, você tem que realmente ter escutado o álbum inteiro, porque é isso que eu vou cantar. Não é um show tão popular, é um show conceito”.

E sobre a grandiosa turnê de abertura de The Weeknd, que a trará para estádios no Brasil e no México nos próximos meses? Anitta foi categórica: os macumbeats ficarão, em sua maioria, de fora. “Eu vou cantar algumas músicas pro show de abertura do The Weeknd, obviamente as músicas que tenham a ver com o show dele, né gente? As músicas que deram certo com o The Weeknd são um pancão explícito. Vou colocar algumas do álbum no show, mas num set bem pequeno”.

Do Velho Testamento ao estado de graça

Chegando ao fim da extenuante e honesta entrevista, Anitta foi questionada se a “Anitta do Velho Testamento” (apelido dado à sua fase mais festeira, briguenta e voltada para o funk farofa) havia deixado de existir.

“Gente, essa coisa do Velho Testamento eu não sei muito se eu acompanho, porque na verdade, eu comecei a minha carreira com 17 anos, cantando no Furacão 2000. Hoje eu tenho 32. Não tem como eu ser a mesma pessoa, a não ser que eu tivesse parado no tempo mentalmente falando. Não sei se sigo esse entendimento, acho que tem eu, como a minha persona, amadurecendo”.

“EQUILIBRIVM” prova exatamente isso. Longe da obrigação de quebrar recordes a qualquer custo ou de provar sua brasilidade para os céticos, Anitta construiu um santuário musical pop. O “ouro” que ela canta no final da faixa-título não é mais sobre certificados de platina, mas sobre fechar os olhos na varanda de casa e sentir, de fato, que o mundo inteiro pode esperar.

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Written By

Daniel Outlander é Diretor de Jornalismo do PopNow, speaker e estrategista de comunicação. Com mais de uma década de atuação, fundamenta sua prática em uma sólida formação: detém MBA em Marketing, Branding e Growth (PUC-RS) e é mestrando pela Escola de Negócios Europeus de Barcelona (ENEB). Sua carreira transita entre a gestão de crises e grandes coberturas. Foi assessor de imprensa de megashows como os de Lady Gaga e Madonna no RJ e cobriu os principais festivais do país. Como palestrante, subiu ao palco do Rio Innovation Week e teve seu trabalho reconhecido em duas edições do Digital Awards. Hoje, lidera a redação do PopNow com foco em inovação e crescimento.

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