A cantora Anitta divulgou o videoclipe oficial de “Choka Choka”, sua aguardada parceria bilíngue com a estrela colombiana Shakira. O material audiovisual, já disponível no canal do YouTube da artista brasileira, coloca sob os holofotes o respeito e a valorização profunda da cultura ancestral.
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Com coreografia assinada pelo grupo Corpo Cassi Abranches e produção da Ginga Pictures, o clipe transita poeticamente entre a luz do dia e a escuridão da noite. A obra traz elementos culturais fortíssimos como a huka-huka, uma luta tradicional dos povos indígenas do Alto Xingu, que foi executada no vídeo por membros reais da tribo Yawalapiti, que viajaram diretamente do Mato Grosso para participarem das gravações.
Espiritualidade e o empoderamento feminino
O vídeo se constrói visualmente como um campo de energia em fricção, onde a dança, a espiritualidade e a matéria se encontram em um lugar de choque e fusão — exatamente como o próprio nome da faixa sugere. Contando com a presença marcante das mulheres da tribo Marabo Yura, “Choka Choka” (música de abertura do álbum EQUILIBRIVM) expõe a narrativa de uma mulher que não se comporta por convenção, conhece sua imensa força física e espiritual e escolhe usá-la livremente.
A letra é uma declaração contundente que mistura corpo, voz e religiosidade. “No Candomblé, a cabocla é uma entidade espiritual que representa a ancestralidade indígena brasileira, cultuada como dona da terra. Elas são espíritos benfazejos de mulheres nativas, conhecidas pela força, sabedoria no uso de ervas medicinais, cura e aconselhamento”, comentou Anitta sobre o conceito central do projeto.
As belíssimas imagens do clipe foram gravadas no projeto Ibiti, uma iniciativa socioambiental regenerativa localizada no estado de Minas Gerais. O cenário contou com uma oca construída pelos próprios indígenas Yawalapiti, inserindo toda a produção em uma atmosfera de puro respeito e imersão na cultura nativa.
A mistura do funk com a estética tupi-guarani
A capa do single chamou a atenção por ser inspirada na estética das cartas de tarot, abrasileiradas pelo design e ilustrador Luís Matuto. A arte também bebe da lenda tupi-guarani do amor impossível entre Guaraci (sol) e Jaci (lua), que se apaixonaram, mas podiam se encontrar somente durante o crepúsculo e no eclipse, como um raro abraço.
Musicalmente, cantada em espanhol e português, o grande coração de “Choka Choka” é o legítimo funk brasileiro. O beat envolvente da faixa nasce de um encontro criativo internacional: a produção de Papatinho — referência absoluta do gênero no Rio de Janeiro — em conjunto com o produtor nigeriano Doramola.
Uma aliança histórica no mundo da música
A grandiosa parceria não é exatamente uma surpresa para quem acompanha de perto os últimos passos dessas estrelas. Vale lembrar que, em 2024, a brasileira já havia feito uma participação especial festiva no clipe de “Soltera”, hit de Shakira.
Agora, atuando como anfitriã em “Choka Choka”, Anitta atinge um marco de imenso prestígio: ela se torna oficialmente a sétima artista feminina a colaborar com a diva colombiana, integrando uma seleta e lendária lista que inclui nomes pesos-pesados da indústria mundial como Beyoncé e Rihanna.
Veja o clipe de “CHOKA CHOKA”
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