Os “Beliebers” falaram, e o mundo inteiro escutou! A passagem de Justin Bieber pelo primeiro final de semana do Coachella 2026 entregou muita energia e vocais impecáveis, mas deixou um gostinho de “quero mais” na boca do público. O motivo? O astro focou a sua setlist quase que inteiramente nas faixas do seu novo álbum, Swag. Inconformados com a ausência dos hinos que marcaram a última década, os fãs iniciaram uma mobilização gigantesca nas redes sociais exigindo que o cantor traga os seus grandes clássicos para o show do segundo final de semana.
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O protesto em forma de streams: Domínio absoluto
Se o objetivo era chamar a atenção de Justin e de sua equipe, os fãs escolheram a melhor arma possível: os números. A corrente para que ele cante seus hits antigos ganhou uma proporção tão grande que virou as paradas de cabeça para baixo. Neste momento, o Top 50 do Spotify Global foi completamente invadido pelo catálogo antigo do canadense.
Para se ter noção da força dessa campanha saudosista, apenas duas faixas do novo álbum (“Daisies” e “Yukon”) conseguiram se segurar no ranking mundial. O grande troféu da mobilização foi para “Beauty and a Beat”, a icônica e dançante parceria com Nicki Minaj lançada em 2012, que escalou as paradas freneticamente e assumiu o posto de música mais ouvida no mundo inteiro.
A culpa é dos direitos autorais? A Billboard explica
Com a ausência dos velhos sucessos no setlist do festival (que contou apenas com um momento conceitual onde Justin cantou junto com vídeos antigos do YouTube exibidos no telão), muitos fãs começaram a criar teorias. Ele estaria proibido de cantar o próprio catálogo por questões de direitos autorais ou brigas de gravadora?
A revista Billboard entrou no circuito para esclarecer a polêmica: não há nenhum impedimento legal. A decisão de deixar hits como “Sorry” e “Baby” de fora e fazer um espetáculo totalmente fechado no conceito da era Swag foi uma escolha 100% pessoal do próprio Justin Bieber. Ele tem o direito de cantar o que quiser, quando quiser.
Nicki Minaj entra na conversa e alfineta a indústria do TikTok
Vendo os fãs celebrarem com tanto fervor uma música lançada há mais de uma década, Nicki Minaj não perdeu a oportunidade de refletir sobre o atual estado do mercado musical. A rapper celebrou o momento, mas deixou uma crítica afiada sobre como a indústria pop de hoje não valoriza a construção artística, forçando os cantores a criarem conteúdos focados em “dancinhas” rápidas para redes sociais.
“Na época não sabíamos, mas essa era a idade de ouro de uma certa geração. Cada música parecia tão grandiosa e mágica, os compositores, os produtores, artistas, gravadoras… todos tomavam essa energia genuína e inquantificável como garantida. É uma lição sobre apreciar o que se tem antes que desapareça.”
Vai ter mudança no Weekend 2?
A mobilização massiva dos Beliebers agora tem um prazo de validade e um alvo claro: o próximo sábado (18). Justin Bieber sobe novamente ao palco principal do Coachella para fechar o segundo fim de semana do festival. Resta saber se o impacto dos streams bilionários e a voz unificada de milhões de fãs nas redes sociais serão suficientes para convencer o astro a ceder, recalcular a rota e presentear o público com a tão sonhada viagem no tempo musical. Façam suas apostas!
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