Eles formaram uma das duplas mais icônicas, problemáticas e engraçadas da história da televisão, mas como andam as coisas nos bastidores hoje em dia? O polêmico e inesquecível Charlie Sheen decidiu compartilhar recentemente em que pé está a sua relação com o seu ex-colega de elenco de Two and a Half Men, o ator Jon Cryer.
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Distanciamento e respeito mútuo
Embora Jon tenha feito uma participação marcante na série documental de Charlie, lançada no ano passado e intitulada Aka Charlie Sheen, o ator de 60 anos revelou que não conseguiu se conectar ou conversar com Cryer desde o lançamento do projeto. Em uma entrevista recém-publicada pela revista People, Sheen foi sincero sobre o motivo do afastamento: “Eu não gosto de incomodar as pessoas”.
Apesar da distância atual, Charlie fez questão de deixar claro que não há nenhum ressentimento. O veterano afirmou acreditar que Jon “estaria aberto” caso ele tentasse entrar em contato, e admitiu, em tom de brincadeira, que sempre diz aos jornalistas que vai ligar para o ex-colega, mas acaba nunca fazendo isso. “Jon é um homem adorável e um cara muito talentoso”, elogiou Sheen.
Gratidão pelo documentário e o alívio da verdade

Durante um painel de discussão recente sobre o seu projeto documental, Charlie expressou uma profunda gratidão a Jon e aos outros participantes por terem aceitado dar os seus depoimentos. “Foi muito doce, muito legal que todos tenham aparecido como apareceram, porque eles poderiam facilmente ter dito: ‘Vá se f*der. Não estou interessado. Eu vivi isso. Não preciso falar sobre isso de novo'”, refletiu o ator. “E eu teria dito: ‘Ok, tudo bem’. Mas eles não fizeram isso, e assumiram a responsabilidade”.
Além de celebrar o apoio que recebeu de seus antigos colegas de Hollywood, o astro de Two and a Half Men também desabafou sobre o sentimento de paz e “alívio” por finalmente ter sua conturbada história “documentada” da sua própria maneira. A sua trajetória agora está imortalizada não apenas na série dirigida por Andrew Renzi, mas também em seu novo livro de memórias, The Book of Sheen.
“Eu acho que foi contado lindamente, visualmente e, espero, decentemente”, concluiu Sheen sobre as duas obras. “E há coisas no livro que não estão no documentário e vice-versa, porque há coisas que eu não conseguiria capturar apenas com a palavra escrita e que [o diretor] fez visualmente, porque algumas coisas você simplesmente precisa ver para sentir. E também houve histórias que eu não conseguiria contar tão bem na frente das câmeras, mas que eu sabia que poderia expressar através da minha caneta”.
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