A estrela pop argentina Tini Stoessel está vivendo um pesadelo nos bastidores de sua bem-sucedida carreira e vida pessoal. Prestes a oficializar seu casamento com o jogador de futebol Rodrigo de Paul, a cantora ordenou uma rigorosa auditoria nas finanças administradas por seu pai, Alejandro Stoessel, e fez uma descoberta chocante: ela não possui absolutamente nada em seu nome e não tem controle sobre seu patrimônio avaliado em 70 milhões de dólares.
Resumo da Notícia:
- Ruptura: Tini encerrou a relação profissional com seu pai há três meses, após 15 anos de agenciamento.
- Fortuna Retida: A cantora descobriu que todos os lucros e direitos de imagem pertencem a empresas onde ela nem sequer figura como sócia.
- O Estopim: Rodrigo de Paul teria aconselhado a noiva a investigar as contas após o sogro sugerir um acordo pré-nupcial com separação de bens.
- Limite Mensal: Rumores apontam que a estrela tinha um limite de uso de cartão de crédito restrito a apenas 5 mil dólares mensais.
- Tini Stoessel faz auditoria e descobre que não tem acesso à própria fortuna de US$ 70 milhões
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15 anos de confiança cega
“As sociedades controladas por Alejandro acumulam o dinheiro gerado pela obra da jovem, que não figura como autorizada para realizar movimentações bancárias. A totalidade dos ingressos passados e futuros de contratos discográficos vão ser cobrados por uma sociedade onde ela não tem nenhum controle”, relatou o jornalista Damián Rojo na TV argentina.
Alejandro Stoessel foi o responsável por negociar todos os contratos de Tini desde que ela estourou aos 14 anos na novela Violetta (após iniciar na TV em Patito Feo). Por 15 anos, a artista focou exclusivamente nas decisões artísticas, delegando toda a burocracia financeira e empresarial ao pai. A confiança era tanta que ela assinava documentos sem revisar os detalhes jurídicos.
O resultado da auditoria foi devastador: Tini não é funcionária, acionista e tampouco possui poder de assinatura nas empresas que gerenciam sua carreira (como a QTV, fundada por Alejandro e pelo irmão da cantora, Francisco Stoessel). O dinheiro que a cantora recebe entra como um faturamento esporádico de prestação de serviços, em proporções consideradas ilógicas frente aos lucros milionários que ela gera.
O cartão recusado e o conselho do clã Messi
A imprensa argentina aponta que o conflito escalou devido a três situações inacreditáveis. A primeira versão conta que Tini passou pelo constrangimento de ter o cartão de crédito recusado ao tentar comprar uma bolsa, descobrindo que tinha um limite mensal de gastos estipulado em cerca de 5 mil dólares.
Outra teoria aponta a interferência de Rodrigo de Paul. O jogador da seleção argentina, após conversas com o pai de Leo Messi, teria orientado a noiva a averiguar o estado de suas finanças antes do casamento. O golpe final teria vindo do próprio Alejandro Stoessel, que sugeriu que a filha assinasse um contrato de separação de bens para o matrimônio. Tini recusou a ideia, exigiu a entrada de um administrador externo nas contas e desencadeou a ruptura familiar que paralisou os negócios.
Para piorar a situação, a cantora supostamente também perdeu os direitos aos royalties de álbuns futuros já assinados pelo pai. O envolvimento de seu irmão Fran nas empresas fez com que Tini hesitasse em levar o caso imediatamente à justiça, mas em junho de 2026, com a ajuda de advogados, ela finalmente conseguiu acessar a única conta bancária em que tem titularidade exclusiva.
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