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Brasil

Plutão Já Foi Planeta lança álbum “A Última Palavra Feche a Porta”

Plutão Já Foi Planeta. Foto: Diego Marcel.

Plutão Já Foi Planeta. Foto: Diego Marcel.

A poesia, espinha dorsal do novo disco da banda, ganha corpo nas dez faixas de A Última Palavra Feche a Porta. Ora suaves, ora mais densas, as canções são sempre devidamente estruturadas, paramentadas e/ ou envenenadas pela cirúrgica produção de Gustavo Ruiz.

Nas letras do novo trabalho do Plutão Já Foi Planeta, a beleza pode estar escondida em situações corriqueiras como uma mesa de bar durante a Copa do Mundo ou um singelo ursinho de pelúcia abandonado na calçada. O alumbramento também surge escancarado em personagens como a palhaça artista de rua ou a paciente do médico e fisiologista Josef Breuer, citada na aula da faculdade de filosofia. Tudo é potencial poesia.

Poesia que é, além da protagonista estrelada do quinteto musical, quase sempre ponto de partida para as letras assinadas por Natália e na qual deságuam as narrativas e reflexões de Nuno Campos (Sapulha), ao lado dos parceiros Gustavo Arruda e Luana Alves, ou da própria Natália, Pelas canetas dos três compositores da banda e de sua assídua colaboradora, saudade, amor, memória, cotidiano e esquecimento permeiam todo esse universo sensível de belas canções.

Para as duas faixas que ilustram os momentos mais intensos do álbum, a banda escolheu vozes de intérpretes que parecem brotar das músicas. Liniker chega em duo com Natália em “Insone”, climatizada com guitarras e synths certeiros e ácidos. Já o timbre poderoso de Maria Gadú vive casamento mais que feliz com a maciez das vozes de Natália e Gustavo nos aconchegantes lençóis de “Duas”, que guardam a densidade das paixões.

Formada em setembro de 2013, a banda é composta atualmente por Natália Noronha, Gustavo Arruda, Nuno Campos (Sapulha), Khalil Oliveira e Vitória de Santi. Com influências como John Frusciante, Little Joy, Mutantes, Los Hermanos e grupos do indie pop britânico atual, como Bombay Bicycle Club e Little Comets, O PJFP encontra sua assinatura num pop balsâmico.

Todos os integrantes da banda, que têm idades entre 22 e 32 anos, cantam (seja voz principal, duos, coros ou backing vocals) e tocam mais de um instrumento. No disco, acompanham os vocais, violão, baixo, synth, guitarras, ukulele, flauta-doce, bateria e sanfona. O produtor Gustavo Ruiz (guitarra e synth), Ramon Gabriel (percussão), Cris Botarelli (guitarra e synth) e Ari Noronha (harpa) complementam os arranjos com suas participações. A banda transita por diferentes estilos entre o indie folk e o rock pop, conduzidos sempre pelas vozes de Nuno (Sapulha), Natália e Gustavo, sozinhas ou combinadas.

Assista o vídeo:

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Danielle Barbosa
Escrito por

Pós-graduanda, leonina, 24 anos e jornalista da área de entretenimento há 4 anos. Atuei na produção e imprensa de eventos como Rock in Rio (2013, 2015 e 2017), Lollapalooza Brasil, Maximus Festival e Olimpíadas Rio 2016. A música é como uma extensão da minha alma e a diversidade cultural e linguística me fascinam. Livros não podem faltar na minha estante, shows na minha agenda e esportes na minha programação dia-a-dia. Se pudesse me descrever em uma frase na atual fase da vida, esta seria: "Find what you love and let it kill you." BUKOWSKI, Charles.

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