O mundo do pop acaba de parar mais uma vez. Após meses de especulações, teorias de fãs e um domínio absoluto das paradas musicais globais através de projetos individuais, o BLACKPINK está oficialmente de volta “in your area”. A YG Entertainment e as agências individuais das artistas confirmaram, nesta quarta-feira (14), o lançamento do terceiro mini álbum do grupo, intitulado ‘DEADLINE’, com estreia marcada para o dia 27 de fevereiro de 2026.
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A notícia chega como um tsunami nas redes sociais, reafirmando o status de Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa como o maior girlgroup do planeta. O anúncio não é apenas um lançamento musical; é a celebração de uma nova era que coroa um período de amadurecimento artístico sem precedentes para as quatro integrantes.
Se o K-pop é uma coroa, o BLACKPINK nunca a tirou da cabeça, mas agora elas retornam para cravar novas joias nela.
‘DEADLINE’: O conceito por trás do nome
O título do novo projeto, ‘DEADLINE’, não foi escolhido ao acaso. Ele dialoga diretamente com o atual momento frenético vivido pelo quarteto. O nome é compartilhado com a atual turnê mundial do grupo, a “Deadline World Tour”, que está em seus momentos finais.
Diferente da BORN PINK World Tour, que mesclou arenas e estádios, a Deadline World Tour elevou o patamar da indústria ao ser a primeira turnê de um grupo feminino realizada exclusivamente em estádios. A maratona de shows teve início em 5 de julho de 2025, no Estádio Goyang, na Coreia do Sul, e percorreu os maiores palcos da América, Europa e Ásia.
Agora, a turnê se prepara para seu grand finale no dia 26 de janeiro de 2026, no novíssimo Estádio Kai Tak, em Hong Kong. O timing é cirúrgico: o álbum chega exatos um mês após o último show, sugerindo que o “prazo final” (tradução literal de deadline) não é um fim, mas sim um limite que foi ultrapassado para dar início a algo novo.
Embora a tracklist oficial e o conceito visual ainda estejam guardados a sete chaves, insiders da indústria apontam para uma sonoridade que deve misturar a agressividade do hip-hop característica do grupo com as influências ocidentais que cada membro absorveu em suas jornadas solo recentes.
O Fenômeno das Carreiras Solo: Como elas dominaram 2024 e 2025
Para entender a magnitude deste comeback, é preciso olhar para o retrovisor. O período entre o último lançamento em grupo e o anúncio de ‘DEADLINE’ foi marcado pelo que a crítica chama de “A Era da Independência” do BLACKPINK.
Após a decisão histórica de não renovarem seus contratos individuais com a YG Entertainment — mantendo apenas o vínculo para atividades em grupo —, as quatro estrelas fundaram ou se juntaram a novas gestões, permitindo uma liberdade criativa que resultou em hits massivos.
Rosé e o Fenômeno “rosie”
Talvez a maior surpresa para o grande público tenha sido a explosão global de Rosé. Após assinar com a THE BLACK LABEL e fechar parcerias com gravadoras globais (Atlantic Records), ela lançou seu álbum completo rosie.
O lead single, “APT.”, em colaboração com Bruno Mars, não foi apenas um hit; foi um fenômeno cultural. A faixa dominou o Spotify Global e a Billboard Hot 100, trazendo uma sonoridade pop-rock divertida que fugia dos padrões convencionais do K-pop. Rosé provou ser uma compositora de mão cheia, entregando vulnerabilidade e ganchos viciantes, solidificando seu nome como uma “Main Pop Girl” no ocidente.
Lisa: A Rockstar Global
Lisa, sob a gestão de sua própria empresa, a LLOUD, e em parceria com a RCA Records, transformou 2025 em seu playground. Com singles como “Rockstar” e a aclamada colaboração com Rosalía em “New Woman”, ela mostrou versatilidade e uma presença de palco inigualável.
Além da música, Lisa rompeu barreiras na atuação. Sua participação na terceira temporada da série “The White Lotus” (HBO) foi um dos assuntos mais comentados do ano, rendendo elogios da crítica especializada e apresentando-a para um público que talvez não consumisse K-pop. Sua performance no VMA de 2024 e 2025 cimentou sua posição como uma das maiores performers da geração.
Jennie: O Mantra da “It Girl”
Jennie também não ficou para trás. Comandando a Odd Atelier (OA), ela lançou o hit viral “Mantra”, que se tornou hino em plataformas como TikTok e Instagram. A faixa destacou sua confiança e carisma, reforçando seu título de “It Girl” da Coreia.
Jennie continuou a ser a queridinha da moda, dominando o Met Gala e as semanas de moda de Paris, mas foi na música que ela mostrou sua evolução vocal e de rap. Suas colaborações com artistas de R&B americano durante este hiato do grupo mostraram uma Jennie mais madura e experimental, pronta para trazer essa bagagem de volta ao BLACKPINK.
Jisoo: A Rainha do Drama e da Beleza
Enquanto as outras focavam na música ocidental, Jisoo, através de sua agência BLISSOO, consolidou seu império na atuação e na moda. Ela protagonizou o aguardado dorama de zumbis Influenza e teve papel de destaque na adaptação de Omniscient Reader’s Viewpoint.
Musicalmente, Jisoo focou em lançamentos pontuais que destacaram seu timbre único, mas sua maior contribuição foi manter a relevância da marca BLACKPINK viva no mercado de luxo asiático, sendo o rosto global de marcas como Dior e Cartier. Sua influência garantiu que, mesmo sem música nova do grupo, o nome BLACKPINK nunca saísse das manchetes.
O Impacto no Mercado e Expectativas para ‘DEADLINE’
O anúncio de ‘DEADLINE’ já começou a causar tremores no mercado financeiro. As ações da YG Entertainment, que oscilaram durante o período de foco nas carreiras solo, registraram alta imediata após a confirmação do comeback. Isso comprova a “Blippi-dependence” (dependência do BLACKPINK) que o mercado ainda possui.
Mas o que esperar musicalmente? Analistas preveem um álbum coeso, mas ecleticamente rico. A experiência de Rosé com composições acústicas e pop-rock, a imersão de Lisa no funk e eletrônico experimental, o R&B de Jennie e o pop clássico de Jisoo devem convergir para criar algo inédito na discografia do grupo.
O “Dark Pop”, estética mencionada em vazamentos recentes e que conversa com a identidade visual da turnê Deadline, sugere um amadurecimento das temáticas. Se em “Kill This Love” elas falavam de amor tóxico de forma explosiva, em ‘DEADLINE’ espera-se uma abordagem mais introspectiva sobre a fama, o tempo e o legado.
Premiações e o Futuro
O retorno em fevereiro de 2026 coloca o BLACKPINK em uma posição estratégica para as premiações do final do ano. Com um mini álbum saindo no primeiro trimestre, elas têm tempo hábil para trabalhar múltiplos singles, dominar as rádios no verão americano e garantir indicações ao Grammy 2027, um sonho antigo do fandom Blink.
Além disso, com a conclusão da turnê em estádios, o lançamento do álbum pode abrir portas para performances em grandes festivais como o Coachella ou Glastonbury, onde elas já fizeram história, mas agora retornariam com um repertório renovado e o peso de quatro carreiras solo bem-sucedidas somadas à força do grupo.
A Reação dos Blinks
Nas redes sociais, a hashtag #BLACKPINKisBack e #DEADLINE ocupam o topo dos Trending Topics desde as primeiras horas da manhã. O sentimento geral é de alívio e euforia. Muitos fãs temiam que o sucesso individual das integrantes pudesse atrasar indefinidamente os projetos em grupo, algo comum na indústria do K-pop.
No entanto, ‘DEADLINE’ prova o contrário: o BLACKPINK é a casa para onde elas sempre retornam. A sinergia entre Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa parece estar mais forte do que nunca, agora alimentada pela confiança de quem conquistou o mundo sozinhas e escolheu, voluntariamente, conquistar de novo
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