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‘Foi um processo e uma jornada’: d4vd fala sobre EP de estreia ‘Petals To Thorns’, vinda ao Brasil e mais

Crédito: Aiden Cullen

O inclassificável artista d4vd lançou recentemente seu aguardadíssimo EP de estreia “Petals To Thorns”. O projeto é uma introdução e uma viagem pela identidade de d4vd como um artista que nunca se prende a um gênero musical.

Apenas um ano depois de começar a fazer música, no closet de sua irmã, em Houston, no Texas, d4vd lança um magistral projeto de nove faixas, com hits famosos como “Romantic Homicide” (Certificado de Platina da RIAA — Associação Americana da Indústria de Gravação), um hino de separação meio grunge, movido a guitarra, e “Here With Me” (Certificado de Ouro da RIAA), balada praiana de construção lenta, além de outras faixas novas com seu som inimitável. O EP estabelece d4vd como um dos melhores talentos em ascensão no momento, honrando seu reconhecimento na lista Billboard 21 Under 21.

d4vd também lança hoje o vídeo da música “The Bridge”, melodia moderna influenciada pelo pop punk do começo dos anos 2000, com riffs pesados e percussão destacada. O visual, marcado pela cor vermelha, traduz perfeitamente a letra angustiada e dolorida. 

O EP também mostra d4vd em colaboração com a artista pop islandês Laufey, em “This Is How It Feels”, balada hipnótica e de força narrativa; os dois se comunicam ao som teclas de piano cintilando. O resultado parece saído direto de um conto de fadas, lembrando nostalgicamente as trilhas de nossos filmes favoritos da infância, mas com uma letra moderna, falando de histórias de amor contemporâneas.

Confira a entrevista com D4VD:

“Petals To Thorns” trás muito de você, da sua identidade. Como foi produzir um projeto tão grandioso?

Foi meio que um processo e uma jornada. Cerca de 3 meses antes de ser lançado, estávamos trabalhando nele e não estávamos realmente focados em um som específico. Então tive que tentar montar as peças do quebra-cabeça musicalmente, eu queria contar a história de amar alguém e ter o coração partido. Por isso as faixas vão de músicas de amor para músicas de coração partido e transita pelo relacionamento. Essa é a história que eu queria contar.

O EP é composto por nove singles, tem algum favorito?

Na verdade, “Girl”.

Inclusive, os sucessos “Romantic Hominice” e “Here With Me” ganharam Certificados de Platina da RIAA. Como se sente vendo suas musicas alcançando patamares tão altos?

Nossa, é incrível. Isso é ótimo. Quer dizer, é algo para se orgulhar. É louco. Isso significa que as pessoas gostam da música. Então vou continuar fazendo o que faço de melhor e continuar produzindo.

Você produzia musicas no closet da sua irmã, era um tipo de estratégia? Quando surgiu a ideia?

Eu queria ser um jogador profissional de Fortnite por muito tempo e recebi um aviso de direitos autorais nos meus vídeos, então não ganhava dinheiro com isso. Minha mãe me disse para fazer música e eu não tinha um estúdio ou equipamentos ou algo assim. Então eu tinha meu celular, tinha alguns fones de ouvido, procurei um aplicativo e fiz música em um iPhone, usando um aplicativo chamado Band, e usei o closet da minha irmã porque não tinha mais nada. E assim surgiram todas as minhas músicas, assim mesmo.

“The Bridge” foi uma das faixas do EP que ganhou videoclipe. Você participou de toda criação e edição? Costuma dar seu palpite?

Sim, claro. Quero dirigir um em breve, quando encontrar tempo. Então, por enquanto, procuramos pessoas certas, mas geralmente eu anoto minhas ideias e crio um roteiro, envio para diferentes diretores verem, sobre que tipo de clipe eles têm experiência. E então colaboramos nisso. Nos juntamos e fazemos o vídeo como um projeto colaborativo.

O que você pode nos dizer sobre “Don’t Forget About Me”?

Isso remete aos meus dias saindo da escola e tentando cantar em casa. E ninguém me procurou, nem meus amigos me procuraram, perguntando onde eu estava quando estava na escola. Mas foi como dizer a eles para não me esquecerem e me perguntar por que sou tão facilmente esquecível? O que eu não fiz em vez do que fiz? E é assim que a música toda surgiu.

O que mais ajudou você a descobrir o seu gosto musical?

Muitas playlists que eu escuto diariamente. Literalmente vou em qualquer plataforma de streaming e procuro por um gênero e as playlists recém-criadas. Escuto muito música folk ultimamente e também gosto de diferentes fases. Quando eu estava crescendo, ouvia gospel e música clássica, e também escuto muito jazz.

Você é um dos grandes artistas em ascenção e uma das maiores revelações deste ano. O que tem a dizer sobre isso e o que representa na sua vida como artista?

Significa o mundo para mim, sinceramente, ser reconhecido como artista. Embora eu me veja como artista, ainda estou descobrindo que tipo de artista quero ser e como fazer isso. Mas deixo a música falar por si mesma e tento colocar a música em primeiro lugar, sempre tendo a música como base de tudo, para que seja possível.

Mais novidades que pode nos adiantar? O que podemos esperar do D4VD?

Preciso ir ao Brasil em breve. Mas muita música está por vir. Também teremos vídeos e mais shows. Com certeza estarei no Brasil, com certeza.

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