O relatório da Procuradoria Nacional Criminal e Correcional Nº 14, divulgado na última sexta-feira, revelou que Liam Payne tinha um nível de álcool no sangue superior a três vezes o limite permitido para motoristas nos Estados Unidos no momento de sua morte. O cantor faleceu em outubro, após uma queda de aproximadamente 12 metros em Buenos Aires, Argentina. Segundo a autópsia, o ex-integrante do One Direction e artista solo apresentava uma concentração de até 2,7 gramas de álcool por litro de sangue.
- Nível de álcool no sangue de Liam Payne estava perto do limite fatal
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De acordo com o American Addiction Centers’ Alcohol.org, um nível de álcool no sangue como o de Liam Payne pode causar desorientação, confusão e comprometimento da percepção da dor, o que significa que, em caso de uma queda, a pessoa pode não perceber a gravidade dos ferimentos e não reagir de forma adequada. Outros sintomas incluem apagões, náuseas, vômitos e a diminuição do reflexo de engasgo, aumentando o risco de sufocamento ou aspiração de vômito.
A Cleveland Clinic acrescenta que um BAC entre 0,15% e 0,30% pode provocar sonolência e os sintomas citados anteriormente. No entanto, o nível registrado em Payne estava próximo da faixa de 0,30% a 0,40%, considerada perigosa e associada à intoxicação alcoólica severa, uma condição que pode levar à inconsciência e representar risco de vida.
O relatório da Procuradoria argentina revelou que, além da elevada concentração de álcool, a autópsia apontou a presença de metabólitos de cocaína, incluindo metilecgonina, benzoilecgonina e cocaetileno, além do antidepressivo sertralina (Zoloft). O documento oficial concluiu que a causa da morte foi “trauma múltiplo com hemorragia interna e externa” em decorrência da queda de uma varanda no terceiro andar de um hotel em Buenos Aires.
Em novembro, a Procuradoria argentina divulgou um laudo toxicológico confirmando que Payne tinha álcool, cocaína e antidepressivos prescritos no organismo no momento de sua morte, em 16 de outubro.
Na última semana, um tribunal argentino retirou as acusações de negligência criminal contra três dos cinco indiciados no caso. O chefe da recepção do CasaSur Hotel, Esteban Grassi, o empresário argentino-americano Rogelio Nores, amigo que acompanhava Payne na viagem, e Gilda Martin, gerente do hotel, foram absolvidos. Grassi chegou a fazer duas ligações de emergência antes do acidente fatal, primeiro relatando que um hóspede estava “destruindo o quarto” e, mais tarde, demonstrando preocupação de que ele “poderia estar em perigo”.
Em uma recente reportagem da Rolling Stone, a modelo Maya Henry, ex-namorada de Liam Payne, falou sobre as dificuldades do cantor com a depressão e o vício ao longo dos anos. Segundo ela, quando estava sob o efeito de substâncias, Payne se tornava “uma pessoa irreconhecível”.
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