Rap/Hip Hop
Acusadora de Jay-Z permanece anônima e juiz critica advogados do rapper
A mulher que acusa Jay-Z e Sean “Diddy” Combs de agressão sexual quando tinha 13 anos pode seguir com o processo de forma anônima, pelo menos por enquanto, decidiu um juiz nesta quinta-feira.
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A juíza de Nova York, Analisa Torres, também criticou a equipe jurídica de Jay-Z pela “constante apresentação de petições agressivas com linguagem inflamatória e ataques pessoais [ao advogado da acusadora, Tony Buzbee]”. “Desde que o advogado de Carter se envolveu no caso há 17 dias, ele tem enviado uma série de cartas e petições tentando manchar a reputação do advogado da acusadora [Buzbee].”
A juíza Torres continuou, chamando as reclamações de “inapropriadas, um desperdício de recursos judiciais e uma tática que provavelmente não trará benefícios ao seu cliente [Jay-Z].”
Jane Doe, que processou Combs e depois incluiu Carter no caso, continuará anônima por enquanto. Alex Spiro, advogado de Carter, pediu para retirar o nome do cantor da ação, alegando inconsistências nas acusações. A juíza Torres negou o pedido. Além disso, Buzbee processou a Roc Nation, acusando-a de usar métodos ilegais para manipular seus ex-clientes, e Carter processou Buzbee por difamação.
Jane Doe, que acusa Combs e Carter de estupro quando tinha 13 anos, diz ter encontrado os dois em uma afterparty do MTV Music Video Awards. Carter respondeu afirmando que a acusação era um erro e criticou o advogado Buzbee, afirmando que ele explora pessoas para ganho pessoal.
Combs está detido em uma prisão no Brooklyn desde setembro e permanecerá lá até o início de seu julgamento, previsto para maio.