Brasil
Patricia Marx divulga álbum gravado há 30 anos para o mercado japonês; confira
Enquanto divulga a música ‘Vozes Trans‘, faixa de um álbum que lançará em breve com Wado, premiado cantautor brasileiro, a cantora e compositora Patricia Marx acaba de disponibilizar nas plataformas de streaming o álbum ‘Neoclássico’, projeto que gravou aos 17 anos de idade, com músicas de nomes como Noel Rosa, Pixinguinha e Tom Jobim.
- Ludmilla anuncia gravação audiovisual inédita com ‘Fragmentos: A Experiência’ no Rio de Janeiro
- Prepare as fantasias: Pabllo Vittar expande a turnê ‘Halloween da Pabllo’ e anuncia shows em seis cidades
- Anitta anuncia show extra da ‘Equilibrivm Tour’ em São Paulo após esgotar ingressos da primeira data
‘Neoclássico’ foi lançado em dezembro de 1992, com produção do saudoso Mamoru Oshima, produtor que idealizou o projeto para lançamento no mercado japonês, onde a artista tem até hoje uma base considerável de admiradores.
‘O Mamoru era um respeitado musicólogo japonês e muito estudioso da música brasileira. Ele veio ao Brasil para gravar este projeto comigo no estúdio do Dudu Marote, em uma época com pouca tecnologia e sem autotune, ou seja, era acertar ou acertar’, recorda Patricia Marx.
Na época do lançamento de ‘Neoclássico’, as resenhas feitas pela crítica especializada foram aclamadoras. Em sua crítica para o jornal O Globo, de 12 de julho de 1993, Mauro Ferreira pontuou que a cantora sempre foi talentosa. Elogiou as faixas ‘Rosa’, ‘Vivo Sonhando’ e ‘Tome Polca’ e finalizou dizendo: ‘O disco é valorizado por arranjos eficientes, que procuram sugerir a estética da época sem perder a noção da atualidade. Resumindo: um disco gostoso que faz jus, enfim, ao talento sempre atribuído à Patricia Marx’.
A resenha da Folha de São Paulo inicia-se com uma indagação sobre só vinhos velhos serem bons, em alusão a idade da cantora, que se mostrou ótima, mesmo sendo jovem. Denominou o trabalho de ‘surpreendente’ e disse que com as canções e o show de divulgação, muitos mudaram de ideia sobre ela vir a tornar-se um grande nome da música internacional.
Para promovê-lo, houve aparições em alguns programas da TV brasileira e shows de lançamento no Rio e São Paulo, cujo setlist privilegiava apenas as canções do álbum, deixando de fora seus sucessos antecessores. O espetáculo, sob direção de Sergio Mamberti e Lala Deheinzelin recebeu elogios da crítica especializada.
