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PopEntrevista: Lary

Lary. Foto: Divulgação/Faya

Um dos novos nomes do Pop nacional, a carioca Lary é um grande exemplo do quão a opinião feminina e sua voz devem, não apenas serem respeitadas, como vistas e levadas a sério. Após o sucesso “220“, produzido pelo trio Pablo Bispo, Sergio Santos e Ruxell, responsáveis por “Pesadão”, de IZA, e com contribuições em projetos de Anitta, Pabllo Vittar, Preta Gil, a cantora acaba de lançar “Vibe de Prazer” e se prepara para o lançamento do clipe da nova música.

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Amiga de diversos artistas, Lary mostra simplicidade e muita maturidade em seu trabalho.

A cantora bateu um papo com o PopNow e falou sobre carreira, seu contato com os fãs e deu uma palhinha do que está por vir em seu novo vídeo.

Veja a entrevista: 

PopNow: Você é uma das novas apostas do Pop Nacional, como é isso pra você?

Lary: Na verdade, não. No começo eu senti um peso maior. Eu comecei minha carreira há um ano e meio como Lary e bem no início existia comparações e cobranças, mas com tempo a gente vai conquistando, as pessoas vão conhecendo melhor nosso trabalho e esse peso vai ficando de lado. Eu já me cobro muito, então tudo se torna pequeno perto dessa cobrança.

PopNow:Você é formada em engenharia de produção pela UFF. Nunca chegou a exercer sua formação?

Lary: Eu estagiei em uma empresa, mas desde do final da faculdade  eu já sabia que iria seguir a carreira de cantora, mas resolvi terminar. Meus pais nunca me cobraram isso. Pelo contrário, apoiaram esse meu sonho e minha vontade de cantar. Foi muito importante para mim esse apoio. Uma realização própria.

PopNow: Você já fez várias coisas legais como cantora e acabou de lançar a sua música nova “Vibe de PrazerComo os fãs estão reagindo?

Lary: A galera está curtindo bastante, estou recebendo um feedback muito positivo, muitas mensagens legais, vídeo da galera dançando e  vídeo de djs tocando em festa. Eu acho que “Vibe de Prazer” é uma continuidade de “220”. Traz a vibe sensual, envolvente, onde a mulher tem atitude na relação e ela tem o que quer. A gente está caminhando para isso, né? A gente está caminhando para transmitir mensagens importantes. Eu tenho buscado com que as mulheres se identifiquem e gostem de cantar minhas músicas, isso é muito importante.

PopNow: A música foi produzida por Pablo Bispo, responsável por músicas que estão fazendo grande sucesso. Vocês já se conheciam? Como foi trabalhar com ele?

Lary: Já, há muito tempo, inclusive “220”, foi ele quem produziu. A gente se conheceu através da Sony e foi muito legal. Ele, o Sérgio Santos… porque são três que fazem a produção. E foi um encontro bem legal.

PopNow: Você está trabalhando ao lado de Kamila Fialho, da K2L, que foi responsável por lançar grandes artistas como Anitta. Como é trabalhar com a empresa?

Lary: Na verdade, não trabalho mais com ela, desde o início de 2017. Eu tenho uma relação muito legal de amizade, mas não trabalhamos mais juntos. Eu iniciei meus trabalhos com eles, a gente ficou pouco tempo, por conta de mudanças na própria questão da K2L, mas eu admiro muito a Kamilla.

PopNow: Você vai gravar o clipe de “Vibe de Prazer”, o que você pode contar sobre o vídeo?

Eu quis fugir um pouco do comum, do que a galera acha que vai ter. A música é mais dançante, fala de relacionamentos. Eu sigo nesse clipe com uma mensagem mais de sensações, mais para o artístico. É um pouco diferente de tudo o que eu já fiz.

PopNow: Se você pudesse lançar um featuring com algum artista, com quem seria?

Olha, eu vou te dizer que, hoje, a pessoa com quem eu mais tenho vontade de gravar é a Ivete [Sangalo]. Porque eu tenho uma admiração por ela como artista, como pessoa, independente de os gêneros musicais serem diferentes, tenho muita vontade gravar com essa. Eu tenho muita vontade de gravar com muitos outros artistas, nacionais e internacionais.

PopNow: Quem é a Lary?

Olha, é difícil, mas a Lary é uma artista que canta o que é a verdade dela. Independente do estilo que for proposto, estarei cantando o que me faz bem, o que me deixa feliz e o que represente a minha verdade. E hoje em dia a musicalidade, no Brasil, está muito diversificada. A gente têm a liberdade de cantar todos os ritmos, tudo o que a gente quiser, então só basta ser verdadeiro.

 

 

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