Amy Winehouse. Foto: Divulgação
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#TBT Amy Winehouse – Sete anos sem a cantora que revolucionou o soul

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É galera, o tempo passa rápido demais. Essa semana fizeram sete anos que estamos sem a lendária Amy Winehouse. Por isso, nada mais justo do que o #TBT de hoje relembrar a vida e os sucessos dessa cantora e compositora icônica e inesquecível.

Bom, vamos começar do comecinho: Amy Jade Winehouse nasceu em 14 de setembro de 1983, em Enfield, Londres, na Inglaterra, em uma família judia de ascendência russa por parte de mãe. Seu pai, Mitchell Winehouse, era motorista de táxi; sua mãe, Janis Winehouse, era farmacêutica.

amy winehouse

Sua família compartilhou seu amor pelo teatro e pela música. Amy foi criada cheia de referências musicais e, principalmente, ouvindo muito jazz. Ela recebeu seu primeiro violão aos 13 anos e aprendeu sozinha a tocar! Além disso, ela foi uma adolescente fora da curva. Aos 14 anos, ela foi expulsa da escola de teatro – a Sylvia Young Theatre School. Aí ela fez um piercing nariz e uma tatuagem.

Amy frequentou a BRIT School em Croydon e começou sua carreira profissional aos 16 anos, fazendo shows em pubs e gravando demos baratinhas. Aos 19 anos, ela gravou sua estreia: Frank (2003).

Esse álbum se tornou um sucesso e lhe rendeu várias indicações à prêmios. Durante os vários anos seguintes, ela sobreviveu a um turbilhão de coisas, um relacionamento doloroso e a luta contra o abuso de drogas e álcool.

Seu álbum de 2006, “Back on Black”, foi um sucesso internacional, e “Rehab” ficou em 9º lugar nas paradas pop dos EUA.

Sua grande chance veio em 2008. Amy Winehouse se tornou a primeira mulher britânica a ganhar cinco (eu disse CINCO, C I N C O!) prêmios Grammy na mesma noite, incluindo Melhor Novo Artista e Gravação do Ano para ‘Rehab’.

Seu desempenho no Grammy foi transmitido de Londres via satélite, porque ela não pôde comparecer pessoalmente em Los Angeles devido a problemas temporários com o visto de viagem.

Esse vídeo mostra a reação da cantora ao vencer um Grammy (é bem emocionante):

Após seu sucesso no Grammy Awards, que foi em fevereiro, Amy Winehouse fez vários show e performances de sucesso. Porém, em junho, ela foi subitamente hospitalizada com uma doença pulmonar grave.

No entanto, ela deixou o hospital por uma noite para se apresentar para Nelson Mandela em sua festa de aniversário de 90 anos no Hyde Park de Londres. Ela cantou seus hits e encantou a multidão.

Winehouse também se apresentou para a festa de Roman Abramovich em Moscou; lá ela ganhou US $ 2 milhões por seu show de uma hora.

Amy Winehouse desenvolveu um estilo próprio. Seu penteado tornou-se o modelo para designers de moda, enquanto sua vulnerabilidade, sua personalidade frágil e seu comportamento autodestrutivo eram notícias de tabloides regulares e objeto de críticas e controvérsias.

Em abril de 2008 ela foi nomeada a segunda maior heroína pela população britânica em geral, e um mês depois foi eleita a segunda personalidade mais odiada no Reino Unido. George Michael chamou-a de “melhor vocalista feminina que ouviu em toda a sua carreira”, enquanto Keith Richards disse que “ela não durará muito se o comportamento dela não mudar”.

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E não foi só a imprensa gringa que pegou pesado com ela não. Olha só essa revista brasileira:

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Musicalmente, Amy Winehouse criou um estilo único. Ela experimentou uma mistura eclética de jazz, soul, pop, reggae, world beat e R&B. Amy tinha uma habilidade especial para canalizar a dor em suas performances. Ela foi incrível, mesmo.

Infelizmente, Amy Winehouse morreu aos 27 anos (em 23 de julho de 2011) em sua casa em Londres, após uma longa batalha contra o alcoolismo.

Ela foi cremada no Golders Green Crematorium e suas cinzas foram enterradas no Edgwarebury Jewish Cemetery, em Londres, Reino Unido. Sua morte causou luto no mundo todo.

Até hoje a cantora é homenageada pelos fãs e no meio artístico. Em 2012, Adele fez uma homenagem belíssima à ela, e é com esse vídeo que vamos terminar esse #TBT cheio de saudades.

#TBT Amy Winehouse – Sete anos sem a cantora que revolucionou o soul
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