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Muse. Foto: Divulgação/Helena Yoshioka
Rock

Muse encerra Rock in Rio com rock tecnológico

Foto: Divulgação/Helena Yoshioka

  • Muse. Foto: Divulgação/Helena Yoshioka
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*Com informações de Filipe Fernandes.

Retornando ao festival seis anos após a estreia, em 2013, o Muse foi o grupo escolhido para fechar a edição 2019 do Rock in Rio. Apostando na tecnologia, a banda norte-americana promoveu um espetáculo cheio de LEDs, incluindo nas roupas dos integrantes. Com vasta experiência e passagens de sucesso pelo Brasil, a banda retorna em sua atual turnê mundial que contempla as faixas do álbum “Simulation Theory“, de 2018.

Formada em 1994, a banda é uma das maiores representantes do novo rock, e vem investindo em um trabalho autoral que deixa seguidores por onde passa. Mais maduro, o Muse finalizou os shows no Rock in Rio com muita disposição e show de hits.

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Apostando em telões de LED e figurino com iluminação dedicada, o Muse surge com uma questão visual ímpar, resultado das inspirações do atual álbum de trabalho. Com uma visual meio neon anos 1980, a banda brinca com as nuances da iluminação, atrelada ao bom e velho som. Visivelmente à vontade com a responsabilidade de encerrar o evento, o show do Muse percorreu a história da banda, sendo mais um concerto a ser lembrado.

Muse. Foto: Divulgação/Helena Yoshioka
Muse. Foto: Divulgação/Helena Yoshioka

E o show teve tudo aquilo que um grande espetáculo digno de Palco Mundo pede: música boa, iluminação, surpresas, pirotecnia e “fator uau”, prova de que os anos fizeram bem para a banda.

O show

Muse. Foto: Divulgação/Helena Yoshioka
Muse. Foto: Divulgação/Helena Yoshioka

Sem nenhuma grande novidade em relação às estilistas apresentadas durante a “Simulation Theory Tour“, o Muse apostou no abertivo mesclando faixas do novo álbum e sucessos da carreira da banda. Aquelas famosas músicas que “não podem faltar em um show”. E são elas: “Preassure“, “The Dark Side“, “Madness” e “Mercy“, que vieram acompanhadas de momentos especiais.

Abrindo o show, o Muse resolveu colocar uma faixa do novo álbum, “Algorythm“. A música, que conta com clipe estrelado pelo ator Terry Crews, mostra uma reflexão por parte da banda. Logo, “Pressure” foi apresentada, para delírio dos fãs.

Apostando em um trabalho muito bem realizado com o telão, que exibia vídeos e interludes, o Muse contempla os fatores de uma apresentação memorável, sem deixar de lado uma execução impecável dos acordes e notas musicais. Em cerca de duas horas de show, pôde se notar uma linearidade em efeito à apresentação.

Muse. Foto: Divulgação/Helena Yoshioka
Muse. Foto: Divulgação/Helena Yoshioka

E se tratando de um show visual, os elementos de destaque passam como uma contemplação da soma, sem roubar a cena que fica dedicada à execução dos maiores hits da banda. Estavam lá músicas que consagraram o Muse que, embora não esteja em seu maior cenário musical, continua na lista das mais tocadas do gênero.

Matthew Bellamy, vocalista da banda, é um rockstar nato. Com pose de estrela, o artista apresenta as faixas com a maior naturalidade, como se potência e afinação vocais fossem algo muito simples para ele. Talvez seja. O que importa é que não há o que de negativo falar sobre a parte técnica da apresentação.

Um dos grandes momentos do show foi quando, em “Mercy“, Bellamy desceu do palco e foi ao público receber uma bandeira do Brasil. Apesar de não ser nada exatamente surpreendente já que é de praxe que artistas façam isso, é notável a sensibilidade do artista para com o público brasileiro, respeitando de igual para igual.

Muse. Foto: Divulgação/Helena Yoshioka
Muse. Foto: Divulgação/Helena Yoshioka

O equilíbrio entre os sucessos e as novas faixas foi um ponto de convergência entre inusitado e revelador. Muse prova que é uma banda digna de festival, mesclando todos os fatores esperados para uma grande apresentação.

Se dirigindo para o final do show, o grupo traz um medley com metal. Nessa hora, um “alien-robô-gigante” se estica pelo palco tentando alcançar a banda. No momento Muse apresenta “Stockholm Syndrome”, “Assassin”, “Reapers”, “The Handler” e “New Born”.

O grupo segue para a última música, “Knights of Cydonia”, encerrando o show em grande estilo. Antes de sair do palco, Matthew ainda brincou com o público fazendo vocalizes com a palavra “Rio”, ao melhor estilo Freddie Mercury. Em seguida, passou o microfone para Dominic que agradeceu em português. Obrigado, disse o baterista.

Veja a galeria de fotos do show do Muse:

  • Muse. Foto: Divulgação/Helena Yoshioka
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Confira a setlist do show do Muse:

Muse Setlist Rock in Rio 2019 2019, Simulation Theory World Tour
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Muse encerra Rock in Rio com rock tecnológico

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