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Cinema

Do Agora – festival internacional de cinema contemporâneo, começa neste fim de semana

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A primeira edição do “Do Agora: festival internacional de cinema contemporâneo”, que vai acontecer nos dias 11, 12, 18 e 19 de maio no Ateliê Oriente, na Glória, Rio de Janeiro, terá a exibição do filme “Tarachime” da cineasta Naomi Kawase, premiado internacionalmente e nunca antes exibido publicamente no país. Além do filme de Naomi, serão exibidos diversos curtas, longas e médias-metragens nacionais e estrangeiros.

O Festival, que contará com sessões temáticas, trará o debate sobre a relatividade do agora, chamando de “Cinema do Agora”, os filmes que gritam o instante de nossas urgências presentes. Sejam filmes produzidos há tempos ou neste mesmo ano. O festival acompanhará esta revolução imagética que tem em seus pilares o devir mulher, o Queer, os Afetos e o Corpo como terreno de multiplicidades. Após a exibição acontecerão debates com estudiosos e pesquisadores das temáticas de cada sessão.”

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Serviço:

DIA 1 – 11/05

18 h – 22 h
Festa de Abertura

Mulheres no Cinema: Subjetividade e transmutação do olhar:

“Tarachime” de Naomi Kawase, 2006.

Em “Tarachime” , a diretora explora, através de um documentário autobiográfico, sua relação com a tia-avó que a adotou (Uno Kawase) e com seu filho recém-nascido (MitsukiKawase), refletindo sobre a vida e sua renovação permanente.

“Travessia” de Safira Moreira, 2017.

“Travessias” de 2017, parte da busca pela memória fotográfica das famílias negras para assumir uma postura crítica e afirmativa diante da quase ausência e da estigmatização da representação do negro.

Debate após a exibição com Larissa Melo (Integrante do Coletivo Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema. Pesquisadora nas vertentes Queer e Feministas na linguagem cinematográfica.) e integrantes da DELAS – ColetivA De Livre Expressão de Afetos.

DIA 2 – 12/05

16 h – 19 h

Corpo e Corporeidade

“XXY” de Lucia Puenzo, 2007.

Alex nasceu com ambas as características sexuais. Tentando fugir dos médicos que desejam corrigir a ambiguidade genital da criança, seus pais a levam para um vilarejo no Uruguai.

“Tailor” de Calí dos Anjos, 2017.

TAILOR é um curta-metragem de documentário e animação, dirigido por Calí dos Anjos e produzido pela Suma Filmes (a mesa produtora do Drag-se), sobre um cartunista trasngênero e as histórias das pessoas desenhadas por ele.

Após a exibição debate com Gabriel Meinberg comunicólogo trans e sócio da Vintepoucos) e Barbara G. Pires (antropóloga, atualmente doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional (UFRJ), e pesquisadora associada ao Núcleo de Estudos em Corpos, Gêneros e Sexualidades).

DIA 3 – 18/05

18 h – 20 h

Relacionamentos e Distopias

“Fill your heart with french fries” de Tamar Glezerman, 2016.

Comédia dramática que conta a história de uma jovem que é abandonada por sua namorada em um restaurante de fastfood, e, triste demais para sair, fica lá por uma semana.

“Handmade”de Cisma (Denis Kamioka), 2007.

Handmade é o primeiro curta não comercial de Denis Kamioka, o Cisma. Um casal e todas as metáforas que acompanham uma relação do inicio ao fim.

Lançamento do curta “Dois Copos D´Água” de Hannah Sloboda, Karla Suarez, Flávia Valentina e Gabi Ramos, 2017.

O relacionamento entre duas mulheres chega ao fim, em meio a descoberta da sua real identidade de gênero por uma delas.

DIA 4 – 19/05

16 h – 21 h

Os Mundos do Cinema Queer

Especial Derek Jarman:

“Wittgenstein” de 1993;

Retrato particular da vida do filósofo Ludwig Wittgenstein, cultuado pela filosofia da linguagem contemporânea, crescido no luxo extremo de uma família vienense, que opta pela carreira filosófica e pela vida simples.

Blue” de 1993:

A composição do filme é dada a partir de uma imutável tela azul, acompanhada de uma trilha sonora densamente entrelaçada de vozes e efeitos sonoros, além da tentativa musical de transmitir um retrato das experiências de Derek Jarman (diretor) com a AIDS, ao mesmo tempo em que realiza uma exploração dos significados associados com a cor azul.

Entrada gratuita.
Classificação: 16 anos

Do Agora – festival internacional de cinema contemporâneo, começa neste fim de semana
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